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Este ano, Marcela Moreira, uma marketeira apaixonada por fotografia e viagens, resolveu se dar um presente de aniversário muito especial: passagens de ida e volta para Tailândia e Bali, sem roteiro, só para curtir. Foram 30 dias no Sudeste Asiático sozinha, com duas mochilas e muita vontade de ganhar o mundo. Ela foi sozinha, mas levou seu Moto Z para registrar os melhores momentos, não se perder nas rotas, mandar notícias e ainda apresentar música brasileira para os colegas mochileiros diretamente do alto-falante Moto Snap JBL Soundboost.

Quando soubemos da viagem, decidimos bater um papo com ela e saber mais como foi a experiência. Acompanhe aqui esse papo e se inspire para também colocar o pé na estrada com seu Motorola.

Comunidade Moto: Por que você escolheu a Ásia e, mais especificamente, Tailândia e Bali. Foram as paisagens? A aventura?​

Foi na loucura.  Queria muito passar meu aniversário num país que nunca tivesse ido, e a Tailândia estava na minha lista de viagens! Recebi uma promoção de viagem e comprei a passagem um mês e meio antes da trip. Busquei algumas dicas, queria muito encaixar muitos outros lugares porém resolvi fazer uma viagem mais tranquila, de descoberta,  passando mais tempo em alguns lugares em vez de ficar pulando de país a país. E foi lindo!! Confesso que tive uma inspiração forte no filme Comer, rezar e amar,  por isso escolhi Bali.

Comunidade Moto: Você acabou viajando sozinha porque as agendas dos amigos não bateram. Mas você tem o hábito de viajar sozinha? Já tinha feito outras viagens assim?

​Sempre que posso, eu viajo. É o que me mantém viva! Adoro descobrir o novo. Antes dessa aventura sozinha pela Ásia, as únicas viagens sozinha que tinha feito foram finais de semana na praia, porém sempre viajo com amigos, gosto muito de companhia! Quando as agendas não batem eu vou sozinha e procuro fazer amizades onde estou.

Comunidade Moto: Você passou por alguma dificuldade por ser mulher, estrangeira e estar sozinha viajando?

Não, pelo contrário.  Foram 30 dias andando de ônibus, tuktuks, longtails, táxi, moto, a pé, indo para a balada, mergulhando e escalando vulcão. Fui com medo, sim, principalmente pelo fato de estar sozinha num lugar que nunca tinha ido, porém a simplicidade, a magia, o olhar sincero e aquele povo sempre sorrindo me transmitia segurança. Me senti em paz e tranquila. Foram tantas as surpresas que encontrei, um autoconhecimento muito profundo, e é impressionante quanta coisa que o medo nos impede de fazer. Ouvi diversas pessoas falando que eu era doida de ir sozinha, mas a maioria dizia que eu era muito corajosa e queriam saber mais sobre a minha viagem.

Comunidade Moto: E você fez amigos no caminho?

Sim, muitos! Como ia sozinha, entrei num grupo de mochileiros onde, se tivesse alguém na mesma cidade ao mesmo tempo, já combinávamos algo para nos encontrar. Peguei diversas dicas, conheci até uns blogueiros famosos e pessoas que estava tirando um período sabático. Adoro compartilhar e ouvir histórias. Aliás, fazer amizade é sempre bem vindo.

Comunidade Moto:  Você contou que passou seu aniversário na viagem. Foi um presente de autoconhecimento?​

Boa pergunta! De início era apenas uma viagem de férias, que fiz coincidir com a data do meu aniversário para me dar de presente, porém acabou me surpreendendo e voltei uma nova pessoa. Posso dizer que o resultado foi sim, um presente de autoconhecimento.​

Comunidade Moto: E a sua família? Ficou tensa ou já está acostumada?

Ambos! Foi um choque quando dei a notícia, porém sabiam que não tinham o que fazer. A passagem estava comprada e apenas avisei que ia. Mas ele super me apoiaram, começaram buscar o que tinha para fazer, vacinas a tomar e viajavam comigo pelas fotos e vídeos.  Sempre enviava notícias e eles vibravam com cada novidade, como se estivessem comigo. Foram uns fofos!

Comunidade Moto: Você pode dividir com a gente um momento emocionante, de tirar o fôlego? Apostamos que aconteceram vários momentos assim.​

Sim, vários! Difícil escolher um... podem ser dois ? Um foi ver o nascer do sol em cima do Vulcão (ainda ativo), o Mont Batur. Uma caminhada de aproximadamente duas horas, feita à luz de luar e lanternas. Foi difícil enfrentar os 1.717 de altitude  para uma pessoa sedentária, mas a sensação de conquista, as pessoas dando força, ao mesmo tempo que queria fazer uma parada para respirar... Chegar lá em cima e ver o nascer do sol, simplesmente apreciar e agradecer, foi de tirar o fôlego.

​Outro momento que gostaria de compartilhar foi minha vitória ao conseguir mergulhar. Tive uma primeira experiência em San Andrés, na Colômbia, que não foi das melhores e o desejo de mergulhar que antes pra mim era tranquilo se tornou pânico. E, em Koh Phi Phi, tinha diversas pessoas (do grupo de mochileiros) recomendando um instrutor. Decidi tentar. Conversei, mostrei minha vontade, falei do meu trauma e ele me passou tranquilidade. Fomos eu e mais três brasileiras queridíssimas. O medo ainda estava ali, mas quando percebi estava conhecendo a vida marinha de perto e foi mágico. Voltei de lá praticando a respiração e já consegui fazer um novo mergulho desde então!

Comunidade Moto: Aconteceu algo muito engraçado?

​Uma que foi engraçada, e até agora não entendi, é que o pessoal pedia para tirar fotos comigo. Como eu estava na maioria das vezes sozinha, principalmente nos passeios pelos templos, pedia a gentileza das pessoas para registrar uma foto minha para ter de recordação e não ficar somente fotos de paisagem, porém nessas e outras de troca de gentilezas em Bali, tiveram várias vezes que pessoas pediam para eu sair na foto também!

Comunidade Moto: Conta para gente como foi sua relação com o Moto Z durante a trip.

Meu Moto Z esteve sempre comigo! Eu tenho os Snaps JBL e o de bateria. Sempre ligava um som, e a bateria me ajudava muito, pois ficava o dia inteiro descobrindo o novo, conhecendo lugares diferentes. No fim do dia, voltava para o hostel com todos os meus registros realizados :)

Aluguei moto por diversas vezes e o celular me ajudava a me locomover com o Maps. Imagina só você sozinha num país que não fala a sua língua, poucos falam inglês...  Eu tinha de me virar e meu Moto me ajudou muito!

Comunidade Moto: A gente acompanhou suas redes sociais e parece que você se apaixonou pelas massagens. Conta pra gente: quantas massagens você fez?​

Hahaha, nem ideia!  Não só fiz massagem como fiz uma aula de massagem tailandesa,  de tanto que gostei. ​Era um momento de relaxamento e de aproveitar um tempo comigo mesma. A ambientação, o som, o relaxamento. Além disso era tudo com preço muito acessível!

Se quiser acompanhar mais imagens da viagem da Marcela, corre no Instagram dela -  @mamoreiras​ - e se encante com as paisagens incríveis que ela visitou.